Estudos  


Conhecer a Cristo  e  Torná-lo conhecido


                                    Estudos Sobre Batismo                            

O SENTIDO E A IMPORTÂNCIA DO BATISMO

 

Batismo e Conversão:

            No N.T. quando alguém cria em Jesus, era imediatamente batizado. Por isso muitas vezes o batismo aparece no N.T. quase como um sinônimo da própria conversão (por exemplo, At.2:38).

            Ambos (o batismo e a conversão) estavam tão vinculados um ao outro que ser convertido implicava em ter sido batizado e esperava-se que alguém batizado fosse convertido.

            Não devemos confundir a conversão com o batismo, apesar de tão unidos um ao outro.

            A conversão acontece quando uma pessoa ouve o evangelho e crê nele de todo o coração. Toda conversão verdadeira fará com que a pessoa se aproxime de Deus com um sentimento de arrependimento pelos seus pecados e um desejo de submeter-se à autoridade de Jesus Cristo.

 

O Simbolismo do Batismo:

            O batismo é um ritual simbólico que dramatiza (“encena” como numa peça de teatro) o nosso desejo de vivermos uma vida nova para Deus. Vejamos o que dizem os textos de Romanos 6:4 e Colossenses 2:12:

 

            Quando uma pessoa entra na água ela está encenando a sua morte (enterro) para a velha vida (no caso, a água simboliza a terra); ao sair da água ela encena a sua ressurreição e compromisso com uma nova vida com Cristo. Assumimos simbolicamente que morremos para uma velha vida de pecado, quando não éramos de Cristo, para uma nova vida caracterizada pela obediência a Jesus.

 

Testemunho Público

 

            O batismo normalmente era público, ou seja, numa cerimônia aberta para qualquer pessoa que quisesse assistir (havia exceções como o eunuco etíope, o carcereiro de Filipos e o próprio apóstolo Paulo que provavelmente estavam sozinhos ou apenas com a família quando foram batizados - At.8;36-38; 9:17-19 e 16:31-34). Ao ser batizada a pessoa testemunhava a todos que havia assumido um compromisso com Jesus. Era um ato de humilhação e de coragem para muitos, já que estavam reconhecendo seus pecados e a necessidade de Jesus como Salvador; também reconheciam que estavam renunciando às suas velhas idéias religiosas e ao velho estilo de vida. Era preciso ser corajoso porque muito enfrentavam a oposição da família e até da sociedade por estarem se tornando cristãos.

 

Batismo e Salvação

 

            O batismo não é essencial para a salvação. Se alguém morrer sem ser batizado mas tiver crido em Jesus como seu Salvador e Senhor, com certeza essa pessoa será salva. Entretanto, com raríssimas exceções (doença que impeça a pessoa de entrar na água, falta de convicção de que precise ser batizado, uma forte oposição dos pais ou cônjuge), não existe razão para não ser batizado ou para adiar demasiadamente o batismo. 

            O batismo não salva mas nem por isso devemos desprezá-lo. Conforme lemos no N.T., o batismo é um mandamento de Jesus e não apenas uma sugestão. No livro de Atos vemos que as pessoas que criam eram imediatamente batizadas, o que demonstra mais uma vez a importância do batismo para os primeiros cristãos (por exemplo, Mt.28:16-20; At.2:37-42; 10:34-48; 16:33-34 e outros textos).

 

Batismo e Compromisso com a Igreja

 

            Até aqui falamos do batismo como um símbolo de nossa união com Cristo e de um compromisso com uma nova vida.

            Há um terceiro aspecto envolvido na questão do batismo: ser batizado implicava em pertencer a uma igreja local. As pessoas que criam eram batizadas e integradas a um grupo de cristãos.

 

            “Os que aceitaram a sua mensagem foram batizados, e naquele dia houve um acréscimo de cerca de três mil pessoas. Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações” (At.2:41,42).

 

            Esse padrão conversão-batismo-integração em uma igreja pode ser visto em todo o livro de Atos. Para os primeiros cristãos não havia vida cristã solitária. A conversão implicava em participar de uma igreja. Normalmente o batismo era uma cerimônia realizada por uma igreja, que recebia os novos irmãos como parte do seu grupo.

            A ordem de Jesus para fazer discípulos (Mt.28:18-20) incluía “ir”, “batizar” e “ensinar a guardar tudo o que eu lhes ensinei”.  O que podemos entender é que o novo convertido deveria ser integrado a uma igreja para aprender a guardar o que Jesus ensinou. 

 

            Concluindo, o batismo cristão é um símbolo visível da união invisível do cristão com Cristo e do compromisso com uma nova vida. O batismo não deve ser imposto mas resultado de uma convicção pessoal. O batismo não salva mas é essencial como um marco e símbolo da conversão; Jesus não sugeriu simplesmente o batismo mas ordenou que os novos cristãos fossem batizados. Por isso ele deve ser compreendido e acontecer o mais cedo possível na vida de um novo cristão.

 

 

MEU TESTEMUNHO

Leia   Atos 22:1-16   ;    Gálatas 2:20  ;  Filipenses  3:7-11

 

Minha vida antes de conhecer a Cristo era assim:

 

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veja o que me fez concluir que eu precisava de Jesus :

 

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Estes são os detalhes do meu novo nascimento :

 

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ser cristão para mim significa :

 

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Leia 2 Co 5:17     

 

 

A CEIA DO SENHOR

 

            A Ceia do Senhor foi uma ordenança (assim como o batismo) dada por Jesus. Na Ceia temos o privilégio de participar de um momento especial. Veja abaixo pelo menos cinco propósitos da Ceia.

 

Propósitos da Ceia:

 

1. Lembrar o sacrifício de Cristo - 1 Coríntios 11:24,25.

            Na ceia relembramos e refletimos sobre a grandeza do amor e do sacrifício de Jesus na cruz.  Relembramos o custo, a dor e a vitória do Senhor.

 

2. Termos comunhão com Cristo - 1 Coríntios 10:16.

            É um momento de comunhão com Ele e não apenas um ritual, se feito com a atitude correta e profundidade.

 

3. Proclamamos o sacrifício e a promessa da volta do Senhor - 1 Coríntios 11:26.

            É uma oportunidade de lembrarmos que Ele morreu e que Ele ressuscitou e irá voltar, três grandes acontecimentos relacionados à obra de Jesus.

 

4. Afirmamos nossa unidade como Corpo de Cristo - 1 Coríntios 10:17 e 11:20.

            Nós “participamos” (no plural) da Mesa do Senhor. A Ceia reafirma nossa unidade como Corpo de Cristo.

 

5. Examinamos o nosso coração, confessamos nossos pecados e renovamos nossa comunhão com Deus - 1 Coríntios 11:27-32.

 

 

O Privilégio de Participar da Ceia

 

            “Jamais deixemos para trás o fato de que ainda somos pecadores, totalmente dependentes a cada dia da graça de Deus aos que não a merecem. Não vimos para oferecer; em primeiro lugar vimos para receber. A própria natureza da ceia declara isso. Somos famintos, e vimos para nos alimentar. Somos os que não merecem, recebidos livremente à Mesa do Senhor” (Michael Green).

            Sendo uma ordenança (mandamento) de Jesus e tendo a Ceia propósitos tão profundos, cremos que a Ceia deveria ser uma prioridade para nós, tanto quanto o grupo-célula e a celebração.

 

Três Visões sobre a Ceia:

 

            * Transubstanciação: o vinho se transforma em sangue e o pão no corpo de Cristo (posição católica).

            * Consubstanciação: o vinho continua vinho mas há elementos do sangue do Senhor; o pão continua pão mas há elementos do corpo de Jesus (posição luterana).

            * Memorial: o vinho e o pão simbolizam o corpo de Jesus mas permanecem como vinho e pão (posição zuwingliana e da Aliança).

 

 

 

                                                          CONTRIBUINDO COM DEUS

 

1. Contribuição e Adoração

a. A contribuição é uma forma bíblica de adorarmos a Deus - Gênesis 14:18-20; Provérbios 3:9,10; Filipenses 4:18.

 

b. A contribuição parte da visão de que TUDO o que tenho é de Deus e de que estou "devolvendo" apenas uma parte - Salmo 24:1; 1 Crônicas 29:10-14.

 

2. Contribuição e Bênção

a. A contribuição serve para nos abençoar espiritualmente, pois sempre que obedecemos a Deus somos abençoados.

 

b.  A contribuição serve para nos abençoar materialmente - Provérbios 3:9,10; Filipenses 4:19                                          Cuidado: há uma promessa de bênção mas não devemos pensar que estamos fazendo um negócio com Deus.

           

c. Deus fala duramente contra aqueles que “roubavam a Deus” no AT - Malaquias 3:8-11.

 

d. A igreja deve ter transparência na administração das contribuições.

 

3. Contribuição e Suprimento de Necessidades

a.       A contribuição  serve para suprir as necessidades daqueles que trabalham de tempo integral para Deus: os levitas na época do Antigo Testamento e os obreiros das igrejas no Novo Testamento, até hoje –

1 Coríntios 9:7-14; 1 Timóteo 5:17,18.

 

b. A contribuição serve para suprir as necessidades dos pobres e dos irmãos em necessidade –

2 Coríntios 8:1-15.

 

4. A Motivação para Contribuir

 

Toda contribuição precisa ser algo do coração, um ato de amor a Deus - 2 Coríntios 8:8; 2 Coríntios 9:7;

  2 Samuel 24:22-25                   * Precisa ser espontânea e por isso nunca deve ser forçada ou fruto de constrangimento.                                                                * A contribuição deve ser vista como uma responsabilidade e um privilégio e não como uma obrigação do cristão.

 

5. Definindo com Quanto Contribuir

 

a.Devemos contribuir com generosidade, na proporção de nossas possibilidades –     2 Co.8:11-13.

 

b. A contribuição financeira para Deus deve ser de um valor significativo e não uma "sobra" ou um valor irrisório diante daquilo que ganhamos.

 

c. A contribuição é um termômetro do nosso compromisso, gratidão e maturidade espiritual. Ou seja: muito do nosso compromisso com Deus pode ser avaliado pelo zelo (ou falta dele) com que  contribuímos para a Sua obra.

 

d. Coloque este assunto diante de Deus em oração. Peça que ELE revele a você o valor de sua contribuição.

“Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama a quem dá com alegria” - 2 Coríntios 9:7.

 

AS DUAS ASAS DA IGREJA: CÉLULA E CELEBRAÇÃO

 

            Um pássaro ou avião somente levantam vôo se tiverem duas asas. Um barco somente vai para frente se tiver dois remos (ou uma remada de cada lado por vez). Da mesma forma a igreja precisa ter células e celebração fortes para “alçar vôo”.

              

                                             A ASA  DA CÉLULA

                                              ( Pequenos grupos )

 

  Deus nos salvou e nos colocou em uma família, para dividirmos

 nossos dons com os outros .  Rm  1:11,12

 

Os primeiros cristãos tiveram esta maravilhosa experiência .

At 2:46     Fl  4:22       Rm 16:5            

        

Em pequenos grupos é possível vivenciar a presença de Deus

 em cada pessoa.

 

Orando, cuidando uns dos outros.     Tg 5:12-20

 

Praticando os dons.      1 Pe 4:7-11

 

Conhecendo a palavra de Deus.       At 5:42

 

Evangelizando ( anunciando as Boas Novas )

At 9:31      2 Co 5:18-21

 

Praticando a palavra de Deus. (Uns aos outros)

Gl 5:13-15     Rm 15:1-7     Gl 6:1-5

 

 

                                          A ASA DA CELEBRAÇÃO

 

   Quando estamos todos juntos percebemos quão belo é o jardim que Deus formou .  Na celebração o louvor enche o espaço e o nosso coração. É uma boa oportunidade de ensaiar o hino que todos os salvos do mundo vão cantar na presença de Cristo.

 

  Um grupo grande anima os participantes.

  At  2:41    At  2: 46,47

 

 Um grupo grande encoraja e desafia .

  At  4 : 32-35   At  6:1-7

 

  Uma amostra grátis do céu.    Ap 7:9-12

 

  Um testemunho para a cidade.      1 Ts 1:6-10

 

  Uma força financeira para ajudar outros.      Fl  4:14-18

 

  Um afia o outro.       Hb  10:24,25